sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Presidente Lula e luta pela paz

Via Terror do Nordeste

Mais um prêmio pro cara: Lula é indicado para receber o prêmio Indira Gandhi


19/11/2010

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, nesta sexta-feira, a notícia de sua indicação para o prêmio Indira Gandhi para a Paz, o Desarmamento e o Desenvolvimento de 2010, após decisão de um júri internacional presidido pelo primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh. Lula foi premiado porque trabalhou “pelo reforço das relações entre as nações em desenvolvimento, e em particular por seu importante apoio à cooperação” entre Índia e Brasil, explicou Singh.

O premiê também afirmou que o presidente, que encerra seu mandato em 31 de dezembro deste ano, esforçou-se para adotar políticas com o objetivo de eliminar a fome e promover o crescimento do Brasil. O líder brasileiro recebeu, também, premiações internacionais como o de “Estadista Global” em janeiro deste ano no Fórum Econômico Mundial, e o Prêmio pela Paz 2008, da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), em maio do ano passado.

O prêmio indiano foi criado em 1986 e concedido ao ex-presidente da União Soviética Mikhail Gorbachev em 1987; o primeiro presidente da República Tcheca, Václav Havel, em 1993; o ex-presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter, em 1997; e o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Mohamed ElBaradei, em 2008. Correio do Brasil

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Lula cria mais empregos que FHC, Itamar, Collor e Sarney juntos

Via Blog da Glória Leite

Êta orgulho danado ter eleito Dilma para continuar a obra de Lula !

Lula cria mais empregos que FHC, Itamar, Collor e Sarney juntos

Há oito anos, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito para seu primeiro mandato, as pesquisas de opinião mostraram que o desemprego e a fome eram as maiores preocupações dos brasileiros. Chegando ao fim do governo mais popular da história recente, um novo levantamento, feito em setembro pelo instituto Datafolha, mostrou que os dois maiores tormentos agora são a saúde e a segurança.

Leia mais

Pelo fim da violência contra as mulheres

Via Terror do Nordeste

Arte pelo fim da violência contra as mulheres


Paula Thomaz

18 de novembro de 2010 às

ONG lança marca que deve ser o símbolo da violência contra as mulheres com programação cultural até dezembro

Atividade integrante de uma jornada cultural que começa nesta quinta-feira 18 pelo fim da violência contra as mulheres, a ONG Católicas pelo Direito de Decidir lança o logotipo que pretende ser o símbolo desse movimento no Brasil, às vésperas do Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres, 25 de novembro.

Uma marca que reúne homens, mulheres e representa a diversidade por meio de suas cores é o que simbolizará a partir de hoje esse movimento. Para a coordenadora do Projeto Valéria Melki Busin, “o logotipo escolhido mostra uma atitude decidida de uma coletividade que é representada por homens e mulheres. A responsabilidade pelo fim da violência é de todos, inclusive dos homens”.

O design do logo é de autoria de Bruno Graell que já trabalhou na criação da campanha “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres”. Valéria acredita que a sensibilidade contida na marca vencedora pode ter vindo daí. “Acho que ele entende a questão da luta contra a violência” e lembra que o logo feito por Graell foi inscrito com um pseudônimo. “Não sabíamos que era dele”, fala.

Semana de atos – Depois da entrega do prêmio ao designer vencedor, terá início a jornada cultural que realizará atividades em vários espaços abertos de São Paulo, para refletir o problema da violência que afeta a dignidade das mulheres brasileiras. No domingo 21, serão grafitados um muro próximo à estação de trem de Santo André e outro na estação Barra Funda do metrô. Um show de encerramento está marcado para acontecer gratuitamente dia 5 de dezembro no parque do Carmo e terá presença da sambista Leci Brandão, Hip Hop Mulher e outros.

Veja a programação completa abaixo:

Dia 21/11 (domingo) – Grafitti das jovens em muro da CPTM da Barra Funda, em São Paulo (SP) Para marcar o Dia da Consciência Negra (20 de novembro) e o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres (25 de novembro), o Grupo de Intervenção Feminista Maçãs Podres, nosso parceiro nesta ação, organizou um grupo de jovens para grafittar um muro da Rua da Várzea (São Paulo, SP), próximo Estação Barra Funda da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), outra importante parceira nesta atividade. A partir de 10h. Outras informações:http://www.sededeque.com.br/

Dia 28/11 (domingo) - Grafitti dos jovens em muro da CPTM de Santo André (SP)


Para marcar o dia da Campanha do Laço Branco (6 de dezembro), que reúne homens que atuam para eliminar a violência contra as mulheres , o Grupo de Intervenção Feminista Maçãs Podres, nosso parceiro nesta ação, organizou um grupo de jovens para grafittar um muro da Rua Queiroz dos Santos (Santo André, SP), próximo Estação Santo André da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), outra importante parceira nesta atividade. A partir de 10h.

Dia 5/12 (domingo) - Show gratuito no Parque do Carmo, em São Paulo (SP)


A música pode juntar pessoas. Com mais volume, ela pode parar a violência!


Show com: Leci Brandão, Dominatrix & Vange Leonel , Hip Hop Mulher : Amanda NegraSim, DJ Simmone, Rúbia Fraga e Tiely Queen.

Durante o show, acontecerá uma intervenção teatral surpresa. Para ver os vídeos de divulgação do show clique aqui.


Paula Thomaz

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Chega, a postura xenófoba dessa gente mina os alicerces da República!

Do Vi o mundo

Fátima Oliveira: A xenofobia da pauliceia mina os alicerces da República

por Fátima Oliveira, em O Tempo
Médica – fatimaoliveira@ig.com.br
Adoro batata-doce com leite, que em minha infância a gente só podia comer de vez em quando, tipo uma vez por semana, pois vovó dizia que era uma comida danada de boa, mas faltava só um grau pra veneno. Não entendeu? Nem eu, até hoje! Talvez porque é um daqueles alimentos ditos “fortes”, que dão sustança – que a gente come e se delicia. E, ao terminar, está saciada, sonolenta, meia zen! Juro!
Batata-doce com leite é uma carícia quando a gente está em busca de conforto… Sabe aquela sensação indescritível de querer comer algo que não se sabe o que é? Não é fome propriamente, pois com fome come-se qualquer coisa, como se diz no sertão: “A boca quer coisa boa, mas a barriga quer é ficar cheia”.
Comer batata-doce com leite é dar um “trato” em minha memória alimentar afetiva. É comer e sentir renovar as energias. Desde o dia da twitada xenófoba da acadêmica de direito de Sampa, que incitava matar nordestinos por afogamento, eu sabia que precisava de algo! Só consegui falar sobre o assunto após comer batata-doce com leite! “Puxei pela memória”…
Quando morava em São Paulo, na primeira metade dos anos 1990, uma amiga chegou à minha casa e eu estava comendo batata-doce com leite. Ela indagou o que era aquilo. Depois que respondi, a dita cuja lascou: “Ah, que baianada!”. Não engoli calada e, “olhos nos olhos”, me arretei dizendo-lhe que ela sabia que eu não era baiana e sim maranhense, mas que na Bahia também comiam batata-doce com leite, assim como no Nordeste todo.
Como uma socióloga não percebia que a naturalização e a banalização de vocábulos repletos de nojo e asco, que expressam aversão ao estrangeiro (xenofobia – do grego, “xeno” = estrangeiro + “fobia”=medo), são uma desumanização e desrespeito ao outro? Acrescentei que estava pelo gogó com essa história de que todo nordestino em São Paulo é baiano, termo usado não para indicar quem nasce na Bahia, mas para, depreciativamente, se referir a nordestinos e nortistas: “Essa gente lá de cima (demorei pra entender que se referiam ao mapa do Brasil!), que até coisas estranhas come…”.
Na época recrudescia em São Paulo o nojo a nordestinos, para ferir a prefeita de São Paulo, a paraibana Luiza Erundina, que a elite paulistana jamais engoliu! Ao contrário, perseguiu sem tréguas. Coincidentemente, eu estava às voltas com um xenófobo casal egípcio, radicado em São Paulo há mais de 30 anos, pais de um namorado de uma das minhas filhas, que teve o desplante de ir “tomar satisfações” comigo! Foi uma cena ridiculamente surreal!
O pai chegou arrastado pela sua consorte, que não era nada submissa para afrontar-me. Balbuciava que não era contra o seu “bebê” namorar uma “baiana” (pense no asco!), apenas que eu os respeitasse, não oferecendo carne de porco para ele. E que eu ficasse sabendo que o filho dela se casaria com uma muçulmana. Com baiana, jamais! Disse-lhes que a porta da rua era a serventia da casa e os escorracei!
Entendi ali como a elite paulistana, quatrocentona e xenófoba, consegue impor e perpetuar ideias de superioridade racial (racismo) e a renitente aversão a nordestinos: catequizando até imigrantes de outros países que “essa gente lá de cima” (do mapa) é erva-daninha! Na cidade de São Paulo, que tem suor “dessa gente lá de cima” em cada grão de riqueza, tudo o que alguém faz de errado ou que não presta, para xenófobos nativos caipiras e/ou letrados “sorbonados”, é “baianada”.
Chega, a postura xenófoba dessa gente mina os alicerces da República!
Publicado no Jornal OTEMPO em 16/11/2010

Marcelo Adnet - MTV: Excelente crítica às elites-oligárquicas

Via Blog da Glória Leite

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Xenofobia, homofobia. Até onde vai a intolerância?

Do Conversa Afiada



Ontem em São Paulo: intolerância se aprende na escola

Saiu no Agora (único jornal de São Paulo que presta), pág. A-6.

Jovens espancam quatro em ataques na Avenida Paulista.

Navalha
Polícia apura homofobia em três ataques cometidos por cinco jovens de classe média.

Os “atacantes” moram com os pais em bairros de classe média e classe média alta e estudam em colégios particulares.

Eles deram socos e usaram lâmpadas fluorescentes.

Um dos “atacados” é homossexual.

Uma das vítimas disse na delegacia que enquanto batiam, os jovens gritavam “bicha, você é v… está com o namorado ?”.

Os “atacados” vinham ou iam para o trabalho.

O ataque foi às 3h da manhã de ontem.

NAVALHA

Segundo o Agora (único jornal que presta em São Paulo), este é o terceiro caso de intolerância em São Paulo de outubro para cá.

A intolerância vai por degraus.

A ordem dos degraus não altera a intensidade da intolerância.

Cabem nela os homossexuais, os pobres, os nordestinos, os que defendem o aborto, os judeus, os muçulmanos – os diferentes.

A melhor maneira de aprender a odiar o “diferente” é estudar em escolas em que só há “iguais”.

É assim que terminam políticas para desconstruir a escola pública em benefício da escola particular: em intolerância, a fase inicial do racismo.

A nova onda de intolerância começou no segundo turno desta eleição, quando o candidato José Serra e seus brucutus na internet trouxeram para a sala de jantar o vaso sanitário da patologia social brasileira.

Clique aqui para ler sobre como Serra criou a Direita Cristã no Brasil.

Serra montou no dragão da maldade.

Não ganhou a eleição.

Mas vai tentar ganhar de novo.

Só tem um problema.

O dragão da maldade é ingovernável.

Pode derrubar o cavaleiro (de novo).

Clique aqui para ler sobre a entrevista do professor Durval Albuquerque Jr. A respeito do preconceito contra o nordestino.

Paulo Henrique Amorim



domingo, 14 de novembro de 2010

Por que tanto preconceito e tanto ódio?

Do blog Escreva Lola Escreva

CHARGES PROVAM QUE MULHER DEVE FICAR LONGE DO PODER

Quem lê blogs de extrema direita sempre se depara com as charges do paranaense Sponholz, que odeia Lula, PT, MST CUT, e qualquer coisa remotamente ligada à esquerda. Durante as eleições, o chargista foi ficando cada vez mais intolerante. Ele sempre pinta Dilma como um apêndice de Lula, comparando-a, em várias ocasiões, a uma boneca inflável. Quando não destila seu veneno contra Dilma, esse homem que ama tanto as mulheres mira seu alvo contra Marisa, a primeira-dama. 

Esta charge consegue unir preconceito de gênero com o de classe. Note como Marisa não diz "cirurgias plásticas" (sua única preocupação), mas "prásticas". Nem falar ela sabe! E Lula, outro analfabeto, pelo menos faz o que todo homem com H deve fazer: mandar sua mulher calar a boca.
Ainda no tema "Como as mulheres atrapalham os homens", esta charge foi publicada pelo jornal gaúcho Zero Hora na segunda-feira. Muita gente boa, como a Claudia e a Cris, já falaram dela. É de autoria de Marco Aurélio, nome que só quem é do Rio Grande do Sul e acompanha o ZH conhece. Mas ele já é dono do ponto há trinta anos e segue sempre a linha editorial do jornal (de direita, como todos os nossos grandes jornais). Tem muita coisa errada com o cartum: a vírgula depois do verem, Lula apontando pro bumbum (minhas costas ficam um pouco mais em cima, mas falo por mim), as palavras que mal cabem nos balões... Mas, óbvio, o pior é seu preconceito explícito. O primeiro personagem pergunta em tom de espanto sobre as fotos de biquíni de Dilma. Pelo jeito, mulher acima de uma certa idade não pode usar biquíni. Aliás, não pode nem ir à praia (sempre surge algum prefeito pré-histórico proibindo mulher "feia" - leia-se fora do padrão único de beleza - de entrar na praia, ainda mais de biquíni, pra não poluir o visual). 


E Dilma foi chamada de gorda durante a campanha inteira. Certamente ela está dentro do peso regular em qualquer cálculo IMC, mas, se comparada às top models com ossos à mostra das passarelas, ela (e 99% das mulheres do mundo) é obesa mórbida. E, óbvio, como Dilma é mulher, não importa que ela tenha sido eleita para o cargo mais alto do país. Acima de tudo ela tem que ser bela, missão primordial do sexo feminino na Terra. Sem falar que a charge não tem qualquer pé na realidade. Lula jamais reclamaria de Dilma. 

Foi ele quem a destacou como sua sucessora. E, pra quem vê machismo nisso (oooh, aprimeira mulher presidente foi escolhida por um homem, e eleita graças à popularidade dele), fique sabendo quetodo mundo tem padrinho político. As pessoas entram na política pela indicação de outras, antes de serem colocadas (através de umpartido - não é uma escolha individual!) pra disputar um cargo público. E Dilma não se elegeu pela popularidade de um homem, mas pela excelente aceitação de um governo - um governo do qual ela fez parte, ocupando seu ministério mais poderoso.


Dá pra gente parar de se obcecar pela aparência física da Dilma (e, se não for pedir demais, de todas as mulheres que não dependem da beleza para sobreviver)? São novos tempos. Temos uma primeira presidenta prometendo que um terço do seu ministério será composto por mulheres.É isso que os cartunistas continuarão fazendo? Avaliar uma a uma das ministras pelo seu valor estético?

E usam o Lula, um homem que só trata bem as mulheres (nessas lindas fotos, nossa querida blogueira Denise se emociona ao encontrar Lula em Seul), para expor o machismo que eles sentem. Sei que é difícil, mas abram suas cabeças sobre o papel das mulheres. Reciclem-se. Vocês perderam, gente. Acostumem-se.

Ótimas leituras para o domingão

Prof. Idelber Avelar, n'O biscoito fino e a massa

Links de domingo

Aí vão alguns links dominicais para seu prazer navegador:
Alguém no PCdoB deveria bater um papo com o Deputado Aldo Rebelo. Está ficando vexaminoso. Depois de traficar informação falsa sobre a não existente “censura” a Monteiro Lobato, o deputado escreveu um artigo para a Folha em que, movido pelo salutar desejo de combater a xenofobia anti-Nordeste, mistifica a história do Brasil com expressões do tipo "heróis nacionais como Caxias" e "a elite ilustrada paulista jamais renegou a origem indígena". Prestes deve estar se revirando no túmulo, com um comunista louvando Caxias, Raposo Tavares e Pedro de Toledo. Um poço de mistificação, o artigo.
*********
O blog da Companhia das Letras publicou um texto de Lygia Fagundes Telles sobre Monteiro Lobato precedido de um cabeçalho da editora do blog, Marta Garcia, em que se dizia que o Conselho Nacional de Educação havia recomendado que Caçadas de Pedrinho “ não fosse distribuído pelo governo nas escolas públicas brasileiras”. Alertado por inúmeros leitores, entre eles este membro da ala atleticana do trotskismo, de que a informação era falsa, o blog da Companhia teve a nobreza de se retratar e incluir uma correção. Parabéns à Companhia das Letras. Na Veja, a Lya Luft tambémtraficou a patacoada de que Lobato foi "banido". Dessa aí, evidentemente, não há que se esperar nenhuma retratação.
*********
Por falar em editoras: ainda não sei se escreverei um post completo sobre isso mas, no meu modo de ver, a Editora Record está pagando um mico federal ao armar esse escândalo pela premiação do Jabuti a Leite Derramado, de Chico Buarque. O chororô se dá por causa da derrota de um livro, Se eu fechar os olhos agora (do jornalista da Globo Edney Silvestre), que não tem absolutamente nada de muito especial. Na modesta opinião deste blogueiro, o melhor romance do ano passado não foi nenhum dos dois. Foi O Filho da Mãe, de Bernardo Carvalho. A história das mesquinharias envolvendo prêmios literários foi narrada de forma definitiva por Borges no conto “O Aleph”. Mas a queixa da Editora Record-- de que houve vitória de seu candidato numa categoria e derrota dele para o segundo colocado da categoria no prêmio geral -- já aconteceu várias vezes no Jabuti, inclusive com a Record sendo beneficiada. Minha querida Luciana, não entre nessa. Conversem com o Cristóvão Tezza. Com certeza ele terá palavras sensatas sobre o caso. Como contribuição, deixo o PDF de um longo (longuíssimo) artigo meu sobre o valor literário, que sai publicado no próximo número da Revista Brasileira de Literatura Comparada. De qualquer forma, é ridículo dizer que, num confronto entre Leite Derramado eSe eu fechar os olhos agora, o segundo perdeu porque "foi roubado". Trata-se de um romance infinitamente mais convencional e formulaico (e eu gosto do Edney, pessoa gentil e afável, que se prepara muito bem para seus programas). Mas me desculpem: escritor que é escritor escreve e ponto. Não fica chorando por prêmio. Escreva: o reconhecimento vem por acréscimo.
*********
No NaMaria News, mais um post indispensável (dizer "um post indispensável do NaMaria News", claro, é o maior pleonasmo blogueiro que há) mostrando uma das mil razões pelas quais Gabriel Chalita não deve, não pode ser Ministro da Educação. Há outras. Revelá-las-emos aqui.
*********

No Viomundo, o Professor Miguel Nicolelis, da minha querida Duke University, detonou os palpiteiros da mídia com requintes de crueldade numa entrevista sobre o ENEM. Parabéns mais uma vez ao Azenha, sempre atinado.
*********
A Carta Capital desta semana veio com chumbo grosso de Leandro Fortes sobre as maracutaias de Gilmar Mendes em Diamantino. Entre elas, a incrível história do prefeito de oposição, derrubado três vezes pelas oligarquias de Mendes. Parabéns ao Leandro pela matéria e parabéns a ele e ao querido Bob Fernandes pela volta do Baêa à primeira divisão, seu lugar de direito.
*********
O Partido Socialismo e Liberdade tomou uma ótima iniciativa: entrou com ação pedindo que STF declare a omissão do Congresso em regulamentar o direito de resposta. Isso já tinha sido tentado pela Fenaj que, pelo que parece, não tinha competência legal para fazê-lo. Vejamos agora.
*********
Nos próximos dois dias, visite a Brasiliana e leia “As Academias de Sião”, de Machado de Assis. Bateremos um papo sobre o conto aqui, na terça-feira, como parte do Clube de Leituras trotsko-atleticano.
*********
Para você que gosta de futebol americano, o Blog do Alê traz um sensacional vídeo mostrando que o jeitinho brasileiro também já deu as caras no esporte.
*********
Neste fim de semana, aconteceu maratona mundial de protesto contra o muro israelense do Apartheid. No Brasil, o Ciranda.net tem se destacado na luta.

sábado, 13 de novembro de 2010

Depois do Cinema Lula também em Quadrinhos

Via Blog Brasil Moblizado

A vida de Lula em história em quadrinhos


Lula em história em quadrinhos
Um gibi recria a vida do presidente Lula como símbolo da recente história do país.

JUAN ARIAS - do "El País" 

Despois do cinema a vida de Lula, o ex torneiro que chegou ao mais alto posto do país e, depois de oito anos de governo encerrado com uma aprovação estrelar de 83%, chegará às livrarias em forma de gibi.
Inaugurará a coleção chamada História do Brasil em quadrinhos, lançada pela editora Sarandi, criada en 2003 por professores e que tem um de seus clientes o Ministério de Educação.

A primeira edição, com 37.000 exemplares, começará a ser comercializada na próxima semana a preços populares, R$ 4,95.
O gibi sobre a vida de Lula, de 48 páginas, se intitula Luiz Inácio Brasileiro da Silva. O popular "Lula" se converte no símbolo do brasileiro como tal. Ele é o Brasil.

No prefácio uma mensagem do próprio Lula onde se le: "Apesar do muito que ainda falta fazer, vou acabar meu mandato (em 1 de janeiro de 2011) com a sensação do dever cumprido. Com a certeza de que cada página em branco de nosso futuro deverá ser preenchida por homens e mulheres que não desisten nunca e que conquistarão o direito de uma vida digna".

O texto do gibi é do autor de livros infanto-juvenis Toni Rodrigues e os desenhos são do argentino Rodolfo Zalla, que se destacou como desenhador de história em quadrinhos na década de 80 com as revistas Calafrio e Maestros del terror. Zalla é conhecido no mercado por sua qualidade em trabalhos dos gêneros de terror, guerra, policiais, western e sexo.

A história começa com o elogio do presidente americano Barack Obama a Lula no G-20 de 2009.
"Este é o homem a que Obama chamou "o político mais popular do planeta Tierra".
O livro, aborda temas que não foram mostrados no filme Lula, o filho do Brasil, de Fábio Barreto. No final o leitor tem uma mensagem, assinada por Lula, na qual afirma que sua história representa a de milhões de brasileiros anônimos que não tiveram a oportunidade que ele teve.

O interessante gibi termina com estas misteriosas palavras: "Muitos se perguntam que futuro espera a este homem de orígem humilde que, contra todas as dificudades, chegou ao mais alto cargo que um político pode sonhar...porém seu futuro é ainda uma página em branco". E, é mesmo!

tradução: Avelina Matinez

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Justiça libera o Enem 2010!


.
Esse terceiro turno promete!

As Organizações Serra (Globo, Folha, Estadão e Veja, entre outros) farão de tudo para desgastar o governo Lula e retirar parte do capital político acumulado por Dilma Rousseff nas eleições presidenciais deste ano.

A principal ação teve como objetivo anular o Enem, com base num erro de um seis pentelhésimos porcento de erro.

As Organizações Serra funcionam assim: qualquer erro grosseiro ou grave do governo do PSDB de São Paulo (Serra ou Alckmin) é assunto de pé de página 17 e, na TV, passa-se batido. Já qualquer erro pentelhesimal do Governo Lula, e já agora da Dilma, é escândalo, pedido de CPI, ação do Ministério Público e o escambáu.

Pois bem, a Justiça acaba de liberar o Enem 2010, conforme matéria de um G1 “tristinho” (clique aqui).

Cerca de 3,3 milhões de estudantes participaram do Enem 2010. Logo depois da primeira prova, no sábado, os estudantes reclamaram de erros na folha de respostas e no caderno de provas amarelo.

A estimativa é que cerca de 2 mil alunos tiveram problemas com a prova amarela. O ministério avalia a possibilidade de realizar um novo exame para essas pessoas.

***
Façam as contas: 2.000/3.300.000 x 100 = 0,06%, ou seja, seis pentelhésimos porcento, como queríamos demonstrar.

Para ver como são fortes os veículos das Organizações Serra, já tinha deputado do PT pedindo a demissão do Haddad.

São deputados (tem senadores também) movidos à mídia…

Com petistas como este, a Dilma nem precisa de Oposição para infernizar a sua vida!!!